Qual é a melhor maneira de disciplinar meu filho?

Como pai, um dos seus maiores trabalhos é ensinar para seu filho a se comportar. Embora isso possa levar tempo, tente não ficar frustrado quando seu filho não fizer como esperado. Em vez disso, aprenda maneiras eficazes de disciplinar seu filho, educar para crescer. Atualmente muitas opiniões existem sobre a lei da palmada, lei menino bernardo, que visa proibir agressões físicas ou tratamentos cruéis em crianças e adolescentes.

Esta lei foi adotada e favorecida ao reconhecimento pois muitos pais maltratam seus filhos a ponto da criança chega a óbito. A lei da palmada visa que a educação infantil deve ser feita através de diálogos e da compreensão mutua, ao invés de humilhações e agressões físicas e psicológicas. A lei menino bernardo vem como um modelo ideal para educação infantil.

Estratégias que funcionam

Quando seu filho não escuta, tente o seguinte:

Conseqüências naturais
Estes são os momentos em que você deixa sua criança solta e ver o que vai acontecer e aprender com a consequência do comportamento dela. (contanto que não a coloque em perigo). Por exemplo, se seu filho continuar jogando biscoitos no chão de propósito, ela logo não terá mais biscoitos para comer. Se ela jogar e quebrar o brinquedo, ela não poderá mais brincar com ele. Não irá demorar muito para que ela aprenda a não deixar cair os biscoitos e a brincar com os brinquedos.
Quando você usa este método, não reforça o seu comportamento ruim, fazendo assim aprender melhor por si mesmo.

Conseqüências Lógicas
Estes são os momentos em que você precisará intervir e criar uma consequência. Por exemplo, diga a ela que se ela não pegar seus brinquedos, você os guardará pelo resto do dia. Quando você usa esse método, é importante que você fale de maneira firme e esteja preparado para seguir imediatamente. Você não precisa gritar, seja firme e responda de maneira calma.

Técnica de retenção
Esta técnica consiste em você tomar algo que ela goste. Guardar, esconder por um tempo determinado por vocês. A seguir estão algumas coisas para manter em mente quando você usa essa técnica:

  • Nunca tire algo que seu filho realmente precise, como uma refeição.
  • Escolha algo que seu filho valorize relacionado ao mau comportamento.
  • Para crianças menores de 6 ou 7 anos, a retenção de privilégios funciona melhor se for feita imediatamente. Por exemplo, se seu filho se comportar mal de manhã, não diga a ela que não pode assistir à TV naquela noite, procure alguma coisa imediada. Há muito tempo no meio, e ela provavelmente não conectará o comportamento com a consequência.
  • Certifique-se de que você pode seguir sua promessa

Tempo para Reflexão

Essa é uma técnica que funciona bem quando uma regra específica da tarefa ordenada foi quebrada. Funciona melhor para crianças de 2 a 5 anos de idade, mas pode ser usado durante toda a infância. Siga estas etapas como dicas:

Definir as regras antes do tempo
Decida quais 2 ou 3 comportamentos farão com que você implemente este tempo ppara refletir e explique isso ao seu filho. Você pode ter que repetir isso com frequência até o comportamento ser reduzido. Lembrando sempre de o questionar por que está usando este tempo para refletir.

Escolha um lugar para a reflexão
Este deve ser um lugar chato sem distrações, como uma cadeira no canto da sala. Lembre-se, o objetivo principal é separar a criança e permitir que ela faça uma pausa e reflita. (Tenha em mente que os banheiros podem ser perigosos e os quartos podem se tornar playgrounds.)

Alerte sobre o “castigo” (tempo para reflexão)
Dê ao seu filho um aviso (não será necessário agressões). Se isso acontecer novamente, envie-a imediatamente para o lugar de reflexão. Diga a ele o que ele fez de errado em poucas palavras e com o mínimo de emoção possível. Se seu filho não for ao local por conta própria, pegue-o e leve-o até lá. Se ele não ficar, fique atrás dele e segure-a gentilmente, mas com firmeza. Então, sem contato visual, diga: “Eu estou te segurando aqui porque você tem que fazer um intervalo, para pensar melhor no que anda fazendo”.Não discuta mais nada. Não responda a pedidos, promessas, perguntas, desculpas ou explosões. Só deve levar um tempo antes que ele aprenda a cooperar e escolherá sentar-se em silêncio, em vez de ser pressionado.

Defina um tempo para esta reflexão
Uma vez que seu filho pode sentar-se em silêncio, defina um temporizador para que ela saiba quando o tempo limite acabou. Uma regra básica é de 1 minuto para cada ano de idade do seu filho (por exemplo, uma criança de 4 anos ganha um tempo limite de 4 minutos). Se a agitação começar, reinicie o temporizador.Espere até que seu filho esteja em silêncio antes de definir o temporizador novamente.

Retomar a Atividade
Quando o tempo acabar, ajude seu filho a voltar para seu ritmo habitual. Seu filho “cumpriu seu tempo”, então não faça palestras ou peça desculpas. Lembre-a de que você a ama e é preciso educar para crescer. Se você precisar discutir seu comportamento, espere até passar algum tempo para fazê-lo.

Dicas para tornar a disciplina mais eficaz

Você terá dias em que parece impossível conseguir que seu filho se comporte. Mas existem maneiras de aliviar a frustração e evitar conflitos desnecessários com seu filho.

Esteja ciente do que seu filho pode e não pode fazer
As crianças se desenvolvem em ritmos diferentes. Eles têm diferentes pontos fortes e fracos. Quando sua criança se comporta mal, pode ser que ela simplesmente não possa fazer o que você está pedindo ou ela não entende o que você está pedindo.

Pense antes de falar
Depois de estabelecer uma regra ou promessa, cumpra-a. Então tenha certeza que você está sendo realista. Pense se é realmente necessário antes de dizer não.

Não Ceda
Se o seu filho fizer uma birra porque ele não pode ter um pedaço de doce e você dá a ele para que ele pare, ele vai aprender que esta é uma maneira de conseguir o que ele quer. Não incentive o mau comportamento cedendo.

Trabalhe em direção à consistência
Tente garantir que suas regras permaneçam as mesmas dia a dia. As crianças acham as mudanças frequentes, podem mudar os limites e fazer comportamentos que desejam.

Preste atenção aos sentimentos
Por exemplo, diga ao seu pequeno: “Eu sei que você está triste porque seu amigo está indo embora, mas você ainda precisa pegar seus brinquedos”. Preste atenção nos momentos em que o mau comportamento tem um padrão, como se o seu filho estivesse com ciúmes. Converse com seu filho sobre isso, em vez de apenas dar consequências.

Aprenda com os erros – incluindo o seu próprio
Se você não lidar com uma situação bem na primeira vez, tente não se preocupar com isso. Pense no que você poderia ter feito de maneira diferente e tente fazer isso da próxima vez. Se sentir que cometeu um erro real no calor do momento, espere para se acalmar, peça desculpas ao seu filho e se explique como lidará com a situação no futuro. Certifique-se de manter sua promessa. Isso dá ao seu filho um bom modelo de como se recuperar de erros.

Educar para crescer

Por que dar palmadas não é a melhor escolha

Assim como a lei do menino bernardo, não recomendo as palmadas. Embora a maioria dos pais tenham levado palmadas quando criança, a seguir apresento vários efeitos colaterais importantes que pode fazer mudar de ideia:

  • Mesmo que a palmada pareça “funcionar” no início, ela perde seu impacto depois de um tempo.
  • Como a maioria dos pais não quer espancar, porém na hora da raiva você não terá controle da sua força.
  • Apanhar aumenta a agressão e raiva em vez de ensinar responsabilidade.
    Os pais podem pretender manter a calma, mas muitas vezes não, e depois se arrependerão de suas ações mais tarde.
  • Apanhar pode levar a criança entender que agressões físicas são importante para ensinar algo a alguém e incitar a violência.

É verdade que muitos adultos que levaram muitas palmadas quando crianças podem ser pessoas bem ajustadas e atenciosas hoje em dia. No entanto, a várias pesquisas mostram que, quando comparadas com crianças que não as levam, estas crianças têm maior probabilidade de se tornarem adultos deprimidos, usar álcool, ter mais raiva, bater em seus próprios filhos, bater em seus cônjuges e se envolver em crimes. e violência. Esses resultados para adultos fazem sentido, pois ensinar a criança que causar dor aos outros é certo se você estiver frustrado ou quiser manter o controle – mesmo com aqueles a quem você ama. É improvável que uma criança veja a diferença entre ser apanhar de seus pais e bater em um irmão ou outra criança quando ele não consegue o que quer.

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